Crítica: Logan

fevereiro 28 2017

Toda grande jornada tem o seu fim; e com o Logan não seria diferente. Após mais de 15 anos, está na hora de nos despedirmos deste herói. Se você ainda tem garra para uma última vez, use para garantir um lugar em seu cinema favorito. A despedida é a partir do dia 02 de março; até lá, tente não matar ninguém enquanto aguarda.

Este é o terceiro filme solo do personagem – tem como base o arco Old Man Logan. A história se passa no ano de 2029, encontramos um Logan já mais velho enfrentando alguns problemas e tentando não arrumar novos. O título não faz referência a como ele ficou conhecido por muitos, isso se deve ao ponto da cronologia que se encontra.

É um filme de ação, mais violento que os seus antecessores e com um linguajar mais adulto (uso de palavrões). Pode ser considerado como a redenção do personagem, após dois filmes que não fizeram jus a sua essência. Fecha com chave d’ouro a participação de Hugh Jackman dentro do universo dos X-MEN.

Marcado por excelente atuações – principalmente a de Jackman que realmente demonstra um personagem cansado e debilitado. Vale destacar, também. a da estreante Dafne Keen que interpreta a X-23 (uma jovem adolescente) e Stephen Merchant que interpreta o mutante Caliban -ambos estreantes na franquia.

A trilha sonora foi bem produzida e a utilização da música Hurt do Johnny Cash foi assertiva. O enredo é bem construído. O diretor James Mangold – não é a primeira vez que participa da franquia, anteriormente: Wolverine Imortal – se compararmos os dois longas houve uma evolução na forma de dirigir.

P.S.: Não há como confirmar a existência de cenas pós-crédito neste filme. Por isto, ficar até o final é uma decisão sua. Caso tenha, por favor venha cá e me avise! Só haverão exibições em 2D; essas informações vieram diretamente da agência responsável pelas Cabines de Imprensa.

Até a próxima!