Crítica: Tinha Que Ser Ele?

março 07 2017

Ir a uma Cabine de Imprensa é uma experiência única. Entretanto, isso nem sempre é possível devido a alguns fatores externos. Após passar um tempo afastado, consegui retornar para assistir a mais um filme antes do grande público e trago para vocês o que achei dele. Ainda estou me perguntando se Tinha Que Ser Ele? Responderei isso abaixo…

O longa é dirigido por John Hamburg – conhecido por seu trabalho em outras comédias como, por exemplo, Entrando Numa Fria; Zoolander; e Quero Ficar com Polly – o longa estreia nos cinemas na próxima quinta-feira dia 16.

A trama gira em torno da família Fleming; Ned (Bryan Cranston (Breaking Bad)) decidi levar toda a família – sua esposa Barb (Megan Mullaly) e seu filho mais novo Scotty (Griffin Gluck) – para visitar a filha deles Stephanie (Zoey Deutch) na Califórnia no feriado de Natal. E lá acabam por conhecer o namorado dela Laird Mayhew (James Franco). Mas o que poderia dar de tão errado nessa visita?

O elenco ainda conta com as participações de Keegan-Michael Key, Cedric The Entertainer, Adam Devine, Casey Wilson, Andrew Rannells, Zack Pearlman e Kaley Cuoco. Além deles há aparições de figuras conhecidas dentro do universo da tecnologia, dos games e do entretenimento.

A comédia apresenta ser uma nova roupagem de Entrando Numa Fria; mas alterações feitas trazem um novo ar ao gênero já bastante explorado. Apesar de trazer um núcleo familiar, não é para ser assistido em família (nem é para toda as idades). Além de inúmeros palavrões abordam temas como sexo, drogas – caso você for alguém que não se sente bem com isso, poderá ficar constrangido. Caso contrário, o filme te permite dar boas risadas do começo ao fim.

Nota: 4,0/5,0

Vou deixar o trailer para quem quiser assistir antes de ir ver o filme nos cinemas:

Até a próxima, Pai…